“A pessoa concorre se quiser”, diz Styvenson sobre exame toxicológico para seu assessorado

Por William Medeiros.

Em entrevista publicada no Jornal Folha de São Paulo nesta quarta-feira (04), o Senador Eleito Styvenson Valentim (REDE) afirmou que como não deve “nada nem a partido nem a ninguém”, escolherá sua equipe a partir de competência e aptidão —numa bateria de testes que inclui até exame toxicológico, uma exigência impedida por lei, segundo especialistas.

O novato, que abriu oito vagas para assistentes que vão trabalhar em Natal, lançou o processo seletivo como medida prática do discurso que o elegeu. O estreante ganhou fama no estado por conduzir com rigidez blitze da Operação Lei Seca e uma campanha repleta de críticas aos políticos tradicionais.

Os critérios do senador Capitão Styvenson para arregimentar os melhores quadros para sua equipe incluem, além de análise do currículo e sabatina de uma banca de entrevistadores, a apresentação de um exame toxicológico (que detecta se a pessoa usou drogas como maconha e cocaína nos 90 dias anteriores). Pelas regras, quem não mostrar o laudo será desclassificado.

“A pessoa concorre se quiser. Não estou obrigando ninguém a nada, não estou constrangendo, mas não sou obrigado a aceitar alguém que não queira se submeter ao exame”, diz o futuro senador.

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