Fátima acredita que programas sociais para quilombolas, indígenas e professores estão ameaçados com a LDO

Por William Medeiros.

A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) adiou, nesta terça-feira (12) a votação do relatório preliminar do senador Dalírio Beber (PSDB-SC) ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019. Várias questões foram colocadas, como a garantia de recursos para os fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O relator insistiu na aprovação e disse que o cronograma da LDO poderia ficar comprometido por causa do adiamento.

Não houve acordo para a análise da proposta. Os integrantes da CMO elegeram os três vice-presidentes que estavam pendentes de escolha. A oposição pediu mais tempo para chegar a uma decisão consensual. A senadora Fátima Bezerra (PT-RN), por exemplo, quer assegurar que não haverá redução de repasses para as áreas sociais. “Não é só a bolsa a bolsa de estudos dos Quilombolas e Indígenas que está ameaçada neste exato momento. É também o PARFOR, que é o programa nacional de formação inicial e continuada dos professores, do magistério brasileiro. É pouco, mas ainda existe professores que ainda não tiveram o direito de ter sua formação de ensino superior, o PARFOR foi para isso”, disse a petista.

Foto: Reprodução/Blog do Davi Neto.

 

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